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domingo, 31 de janeiro de 2010

Caneta digital (e-pens)

Distingue-se de uma esferográfica comum por várias particularidades: grava aquilo que escreve no papel e permite passá-lo para o computador, quer como nota manuscrita, quer, após reconhecimento da escrita, como documento do Word. Faz ainda umas tantas coisas que ainda não experimentei devidamente, talvez por delas não precisar: substituir o rato, escrever directamente em documentos do Office, etc. Comprei-a receoso de que fosse pouco mais do que um brinquedo giro ou uma caneta cara. Afinal faz o que promete, tanto melhor quanto mais perfeita for a caligrafia. A minha é uma desgraça e não melhorou nem com as reguadas da primária, nem com as aulas de Caligrafia, que fiz com doze valores apenas porque me portava bem em turma problemática. E com a passagem dos anos a minha letra piorou.
Pois a caneta é uma pequena maravilha, que me evita a maçada de transcrever textos manuscritos redigidos em locais ou em circunstâncias que não propiciam a utilização do computador portátil, e o funcionamento quase se resume a uma ligação posterior via USB ao computador e a uns cliques do rato.
Para saber mais ou comprar: www.ebc.pt.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Tri(s)avô

Com o meu neto mais novo, nascido hoje, o Tiago.
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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Miniconto: Jogo de azar

Inédito meu. Disponível para download aqui.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Tempo da poda (2)

Fragmento de Entre Cós e Alpedriz

"Como a cobra que sai do torpor invernal despertada pelo calor, não tanto para procurar alimento, antes para se aquecer ao Sol entre ervas secas, e vagamente se apercebe da proximidade de presas, assim também nos olhos do Jaime cintila um reflexo de vida: sabe, sente, que é o tempo da poda, e quase tem outra vez vontade de sorrir ao lembrar-se do provérbio Tempo da poda, tempo da foda, e das interpretações, uma apontando para a vida arrastada do camponês, outra para o renascer da seiva, nas plantas e nos corpos, natureza e humanos pulsando num mesmo frenesim reprodutivo. Ah, cumpriu bem a sua obrigação, sustentando a mulher o melhor que pôde, substituindo outros maridos se, acaso, as parceiras o requisitavam, iniciando jovens, dando a provar o bem-bom a uma ou outra solteirona… Não se arrepende. Não julga ter pecado, como não pecará o cão que cobre cadela atrás de cadela. Fez, está feito, prestará contas ao Criador, se lhas pedir, embora duvide de que tal aconteça, que certamente terá mais com que se preocupar, com tanto mal que vai pelo Mundo. Não matou, não roubou, honrou pai e mãe e se porventura há outros mandamentos para além destes também ele se não recorda deles, tal como apenas se lembra de uma oração, o Pai-Nosso, e nada nessa prece o faz sentir culpado do que quer que seja. Nem precisa de perdoar aos inimigos. Todas as querelas, todas as brigas, todas as animosidades, estão já enterradas debaixo de uma camada de tempo tão profunda como a de terra que em breve lhe servirá de agasalho e de resguardo e é mesmo com carinho que recorda zangas antigas, relações cortadas durante anos... Para quê tudo isso, se acabamos assim ou pior, se desta vida nada levamos, nem sequer os bons momentos, interrogar-se-ia se a clareza de ideias lho permitisse e se achasse que a reflexão valia a pena. Não, não são reflexões que lhe perpassam por detrás dos olhos, são imagens como as dos filmes que uma vez por outra cinemas ambulantes passam no barracão que serve de sala de cinema à aldeia, projectadas num lençol que faz as vezes de ecrã, e as imagens que lhe enchem a retina são da vinha coberta de vegetação verdejante — margaças floridas, com o seu odor inconfundível, roxas candeias que cresceram entre elas, serralhas em flor — e, esvoaçando livres por cima, longas vides que a tesoura de poda atarraca em cliques sucessivos, deixando talões de três olhos e varas de seis, gemendo seiva dos sarmentos cortados, são as nuvens fugidias que vindas do mar correm pelo céu sabe-se lá para onde — como a sua vida.

Nem amores ardentes, nem brigas, nem patuscadas, nem bebedeiras de caixão à cova — apenas a terra a que nasceu grudado se cola às suas recordações como o barro dos Montes se colava às suas botas. Vê, vê distintamente as vinhas descavadas, podadas, empadas, os cachos que despontarão e que a calda bordalesa azulará, o cinzento do oídio queimado pelo amarelo do enxofre, as tinas cheias e bem calcadas a caminho da adega transportadas em carro de bois cujo eixo de madeira chia alegremente apesar do óleo queimado com que o carreiro o lubrifica, o aguilhão que espevita os animais de dorso luzidio... Vê-se a si próprio na força da idade, um cavalão cheio de força, fazendo rodar a roda de ferro maciço do esmagador que moverá os rolos dentados que transformarão a polpa das uvas em sumo, sente outra vez o cheiro do mosto, não apenas na sua adega mas perfumando toda a aldeia, mexe outra vez as uvas que fermentam nas tinas, no lagar e nos tonéis remexendo com o tridente de ferro até ao fundo das vasilhas e aspira o perfume do líquido que borbulha enquanto aguarda a sinfonia das prensas cantantes, tlim, tlim, dirá uma, e logo outras responderão, emancipando o jovem mosto do pé, e escorrerá então definitivamente livre pelo ralo do lagar enchendo a pia, como filho já adulto que deixa a casa paterna para seguir o seu rumo vida fora..."

Tempo da poda (1)

Cansado de um fim-de-semana de labuta dura, corpo dorido, sobretudo as mãos, fico-me pelos versos de Cesário, que exprimem bem melhor do que eu o conseguiria fazer o prazer e o sofrimento do trabalho agrícola:

(FOTOS: à esquerda, o Vergílio; na de baixo, eu próprio; clicar para ampliar)













"Oh! Que grande alegria eu tenho quando
Sou tal e qual como os mais! E, sem talento,,
Faço um trabalho técnico, violento,
Cantando, praguejando, batalhando!"

"Hoje eu sei quanto custam a criar
As cepas, desde que eu as podo e empo.
Ah! O campo não é um passatempo
Com bucolismos, rouxinóis, luar.

A nós tudo nos rouba e dizima:
(...)
E o pulgão, a lagarta, os caracóis,
E há inda, além do mais com que se ateima,
As intempéries, o granizo, a queima,
E a concorrência com os espanhóis."

Cesário Verde, "Nós"

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Da escrita

Enquanto As Plêiades não avança, o que não me incomoda porque um romance  precisa de tempo para amadurecer, tenho escrito uns contos. "Tenho escrito" significa que os considero acabados,  prontos para a luz do dia. Por exemplo, terminei hoje um que comecei na semana passada, e acabei outro que se arrastava há anos sem que o conseguisse dar por terminado, o que sucedeu adoptando uma perspectiva diferente --- e "Inutilia Truncat". São pequenas narrativas, de menos de duas páginas, o que, para mim, em nada diminui o respectivo mérito, uma vez que as narrativas, tal como os homens que se prezam, não se medem aos palmos; e escrever histórias muito curtas é um excelente treino da economia da narrativa, que tanto prezo.
Segue-se a fase seguinte, a da apreciação pelos leitores e leitoras do costume. Depois, tendo como sempre em muito boa conta as respectivas críticas e procedido às correcções necessárias, juntar-se-ão aos irmãos mais velhos e, arquivados em pastas, aguardarão por melhores dias.
Se algum leitor conhecer editor que aceite dar uma vista de olhos...

O Miguel e a mamã

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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Dura lex

Hoje, pela primeira vez, entrei num tribunal e, vergonha, para ser ouvido como arguido. O senhor procurador leu-me os direitos, tal e qual como nos filmes (Tem o direito de ficar calado, tem o direito de se fazer acompanhar por um advogado...), os deveres (identificar-se correctamente, falar verdade --- mas isso é o que sempre faço, eu que jamais me escondi atrás de nick names) e perguntou-se se sabia que tinha praticado um crime punível com cinco anos de prisão (acho que é isso, não fixei a pena.)
--- Por ter deixado caducar uma licença que tenho renovado regularmente desde 1982?
--- Sim. Porque, segundo a lei...
Pois Dura lex sed lex. Só que, entendo eu, os juristas que criminalizaram os atrasos na renovação da licença de uso e porte de arma de caça teriam feito melhor se
(1) Permitissem a renovação, cumpridos os requisitos habituais, com coima adequada; OU
(2) Determinassem que a arma em infracção seria confiscada, revertendo para o Estado, sem prejuízo de eventual coima.
Desta forma, e apercebendo-me da infracção, não posso vender nem desfazer-me da espingarda por qualquer processo, e sou forçado a passar por estas burocracias, que, além do mais, tanto devem obstruir a polícia e a justiça. As quais, é sabido, têm muito mais que fazer.
Isto penso eu,  "que falo, humilde, baxo e rudo", sem a mínima preparação  nem a menor propensão para jurisconsulto...

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Cansado? A precisar de férias?

Segundo o DN, após 30 anos de prisão,

Agca, o turco que tentou assassinar João Paulo II, vai tirar férias

14 de Janeiro de 2010, 17:03

http://noticias.sapo.pt/info/artigo/1040878.html

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

João Semana (reposição)


O meu amigo Augusto é um daqueles médicos que o povo faz questão de homenagear em vida e por isso deu o seu nome ao Centro de Saúde onde trabalha.
Não me ficaria bem, nem ele me perdoaria, que desse alguns exemplos de factos que motivaram a atribuição, anos atrás, de tão honrosa distinção; o que importa é que o povo da Brogueira o fez, para que médicos dedicados como este João Semana dos nossos tempos não sejam esquecidos.

Preceitos para tempos difíceis


"Um homem vulgar desembainhará o sabre se é ridicularizado e bater-se-á arriscando a vida, mas não devemos ver aí uma prova de coragem. Um verdadeiro homem de valor nunca fica perturbado, mesmo se é confrontado com um acontecimento imprevisto ou uma crise, nunca se irrita quando é arrastado para uma situação de que não é responsável. Isto porque o seu coração é grande e o seu objectivo elevado."

Gichin Funakoshi, Karate-Do Kyohan

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Do ensino

Falta-me a paciência para ouvir falar e, sobretudo, para ler sobre a situação do ensino em Portugal. Mas artigos como este são a excepção, vozes que deveriam ser ouvidas, mas não o serão porque não há pior cego que aquele que não quer ver, especialmente quando é a arrogância, filha dilecta da  ignorância e da vaidade, a causa da cegueira.
"A «revolução conservadora» tinha graça há duas décadas quando valia a pena construir o edifício. Hoje, ele está deficiente. Em primeiro lugar, chamem os professores. Os professores-professores — não os técnicos em Ciências da Educação que não dão aulas há vinte anos. Chamem os professores que contactam com os alunos, que dão aulas, que passam pelos corredores e sabem do que se fala quando se fala de educação. A tentação da reforma a todo o custo cria vítima insuspeitas; para legislar sobre o «modelo de avaliação dos professores» a primeira coisa que fizeram foi afastar os professores. Não queiram fazer a reforma curricular afastando-os de novo. Basta ouvir, tomar notas, recolher histórias reais. Isto não são os cientistas da pedagogia que o podem fazer; eles não têm histórias reais para contar — aliás, lendo o que eles escrevem nas introduções aos programas escolares e nos materiais ideológicos produzidos pelo Ministério da Educação, até é legítimo supor que não falam Português." Francisco José Viegas

domingo, 10 de janeiro de 2010

Piada foleira

É de mau gosto, mas não consigo resistir: segundo o DN,

Chávez vai produzir "novelas socialistas"


Para os enredos, sugiro que lhe vendamos os nacionais. Já incluídos nos Magalhães que, dizem, ele vai comprar.

O sentido de humor divino

Copenhaga, tantos protestos contra o aquecimento global, e eis a resposta pronta e gélida: Está a nevar em sete distritos

Também eu bato dente, outro Zé Fogão borralheiro. Pior será amanhã, a tremer todo o dia como varas verdes nas salas enregeladas. E a ver os miúdos ainda pior do que eu.

Excesso de informação

Que oculta o belíssimo anúncio de outros tempos, quando havia agricultura, que dava de comer a milhões de portugueses e servia de retaguarda segura nos momentos difíceis, como aquele que atravessamos.
Os emigrados nas cidades enchiam os carros nas casas paternas em cada fim-de-semana --- azeite e azeitonas, vinho e aguardente, hortaliças, cebolas, alhos, fruta, as abençoadas batatas, remédio contra a fome, os ovos e as galinhas já arranjadas, os coelhos, o porco, eu sei lá que mais! E partiam, carregadinhos até ao tejadilho, as rodas bojudas do excesso de carga, por entre protestos do motor e golfadas de fumo negro...
Tudo isso acabou. Os mais velhos arrastam-se inúteis pelos bancos dos adros das igrejas, pelas colectividades, sem vontade sequer de espairecer plantando couves porque, há décadas que o sabemos, "não compensa". As colheitas fazem-se no hipermercado. Mas, como canta Manuel Alegre, "há sempre alguém que resiste / há sempre alguém que diz não." Como eu, que tirei a foto quando seguia para a minha aldeia, aproveitando este sábado de bom tempo para a poda.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

E-books e pirataria

A notícia do Correio da Manhã sobre a pirataria informática que motivou o meu post sobre o Kamasutra parece ter sido recebida com apreensão por pessoas ligadas ao meio livreiro:
"Quando os entusiastas do e-book festejam o lançamento de mais um novo leitor de livros eletrónicos, tenho dúvidas. Tenho dúvidas porque sou conservador – e tenho dúvidas porque tenho receio da pirataria informática que afetará os direitos de autor e a indústria do livro." escreve Francisco José Viegas.

Enquanto autor que não logrou captar o interesse das editoras, nem é provável que o venha a fazer, primeiro, porque não escrevo para elas e para a sua visão das apetências do mercado --- depois queixam-se de que faltam leitores! ---, segundo, porque não tenho feitio, nem tempo, nem necessidade de me arrastar mendigando, lisonjeando, metendo cunhas, enquanto autor, dizia, antes de me perder em divagações ressabiadas, vejo na proliferação de e-books uma janela de oportunidades que me dará maiores possibilidades de chegar até aos leitores. Quanto aos direitos de autor, seria interessante saber quantos autores portugueses recebem valores que lhes permitam, já não digo viver da escrita, mas, pelo menos, levar vida mais folgada. Porque estou convencido de que na sua esmagadora maioria receberão, na melhor das hipóteses, umas migalhinhas, quase uma esmolinha, sem possibilidade de controlar as vendas, sem capacidade para exigir os seus direitos.

Se assim for, quem tem razões para recear o lobo mau da pirataria não são autores como eu, que até pagam para ser lidos, publicando às suas custas, mas as editoras que não parecem capazes de se adaptar aos novos tempos.
(Para receber gratuitamente uma versão em pdf dos meus romances, basta enviar-me um mail com o pedido; já tive o prazer de oferecer muitos por esta via, e não estou mais pobre por isso.)

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Direitos de autor e pirataria


Segundo o Correio da Manhã (via Blogtailors), «O eBook mais pirateado de 2009 foi o Kamasutra, com cem mil a 250 mil cópias registadas da obra erótica hindu."
Tão roubado, bem gostava eu de saber como é que o coitado do Vatsyayana vai viver e poder continuar a desenvolver as sólidas investigações que a obra evidencia.
IMAGEM: extraída da Wikipédia

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Melhores leituras de 2009

Não sou crítico, leio por prazer, e apenas o que me dá prazer. Dito isto, que já deixa antever que me estou nas tintas para os grandes livros do ano, para os encómios da crítica, graças aos quais tenho frequentemente enfiado grandes barretes, eis a minha selecção pessoal de livros 2009 --- um bom ano, que me deu a ler dois romances de excepção:
1. Jesusalém, de Mia Couto.
2. Myra, de Maria Velho da Costa.

Jesusalém é um prodígio de imaginação em que Mia Couto se revela um romancista que, mais do que escrever coisas giras, ambiciona produzir uma obra-prima. Daí a parcimónia neológica, cujas ocorrências são sempre lapidares (Por exemplo. Zaca, incumbido de matar a portuguesa, regressa sem o ter feito e desculpa-se: Desconsegui.). A ideia de acabar o Mundo e criar Jesusalém, onde Cristo seria descrucificado, o namoro do pai de Mwanito com a burra Jesibela, o diálogo entre a portuguesa e a amante moçambicana do marido, por exemplo, são momentos altos da literatura. Há ainda fragilidades, que Mia Couto seguramente eliminará em futuras obras: Mwanito, o fazedor de silêncios, nunca está calado, a aventura moçambicana do português é uma confusão quase tão grande como as confusões familiares, estilo Nouveau Roman, que dominam Venenos de Deus e ainda têm alguma proeminência na parte final deste extraordinário Jesusalém. O melhor romance que eu li em 2009.


Myra, a odisseia de uma adolescente russa em Portugal, Ulisses dos mil ardis, é uma narrativa linear que segue as deambulações da protagonista e do seu cão, às vezes Rambo. Mais do que as sucessivas peripécias, encontros e fugas, que nos vão dar a conhecer Kléber, a pintora, o cego e a sua cadela, o frade para quem a castidade é pecaminosa, o rapaz pardo e a sua casa inteligente, os marginais, a proxeneta brasileira e as vítimas da pedofilia, seduziu-me a sua linguagem nos limites da gramaticalidade, rigorosa, sugestiva, não raro elíptica (porquê? O melhor é lerem a obra). Diálogos extraordinários, técnica descritiva e narrativa invulgar, acção constante, tem como alguns dos momentos mais altos, para além dos acima referidos, os diálogos entre Myra e Rambo, que ocorrem com tal naturalidade que quem conversa com o seu cão, como eu faço, os aceita como verosímeis --- e daí aos diálogos entre Rambo e a gata siamesa é um pequeno passo, que damos quase sem nos apercebermos de que passámos para o campo do maravilhoso…
Desapreciei a ênfase na cultura e no requinte do rapaz pardo, não achei grande piada à casa inteligente, o episódio da tempestade é excessivo e inverosímil, e o car jacking final, com sequestro e homicídio, algo forçado…
Seguramente duas obras-primas da literatura de língua portuguesa, como o Tempo se encarregará de evidenciar.

1 de Janeiro

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1 de Janeiro

O Tex ensina o Jorge a segurar um pau.
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1 de Janeiro

Um ritual que se repete: passeio na praia (Paredes) no primeiro dia do ano. Fazia menos frio que em certos dias de Agosto.
Na foto; o Tex a brincar com o Jorge.
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Passagem de ano

No sossego da aldeia, longe das confusões urbanas. Afinal, porquê tanta euforia por ser descontado outro ano às nossas vidas?
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